Revolução na zona euro contra a Alemanha...
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Revolução na zona euro contra a Alemanha...




Nosso comentário:


Depois de contemplar na televisão o que hoje contemplei, já dou por tudo.
Uma República Portuguesa de rastos, uma cerimónia sem alma no dia comemorativo da sua implantação o 5 de Outubro), sem POVO, feita numa sala fechada, cercada de polícia, vedadas todas as ruas limítrofes à população. Apenas um discurso a quebrar a monotonia da rendição dos outros ao inevitabilismo da mortífera austeridade atual: o de António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Uma República moribunda dir-se-ia.
Um dia 5 de Outubro matado já por este governo, tirando-lhe o direito a ser FERIADO NACIONAL.
Uma República sem imaginação, sem a consciência do orgulho nacional, sem políticos à altura de darem uma sapatada, um chega para lá na DESGRAÇA instalada, imposta por quem quer que seja, sim porque a gente quer viver, não morrer.
Caros leitores, de mais longe ou de mais perto, portugueses ou não, deixem-me dizer-lhes: Portugal é uma Pátria de muitos séculos que não precisa de lições, muito menos de notas classificativas de um qualquer país armado em professor, seja ele qual for.
Ainda por cima um professor à moda antiga, como muitos de nós ainda conhecemos: com régua, vara, palmatória, para dar porrada da grossa ao aluno.
NÃO!
É mau de mais.
Talvez por isso até compreenda as palavras duras deste senhor ex-vice da agência Moody's.
Por sentir neste momento, nesta Europa, muito do que Mahoney diz, embora contra o meu ideário assente numa outra postura de uma outra Alemanha.
Escrevi coisas sobre as vantagens da Europa Unida, gostava e ainda gosto do sonho desses grandes homens quando intentaram ir com ele por diante: para que nascesse uma Europa livre, solidária, pacífica, unida, que aglutinasse povos até então beligerantes entre si.
Sinto-me obrigado a dizer isto: ou a Alemanha e o seu ideário arrepiam caminho (não sei se será ainda a tempo) ou admito concordar com este senhor ex-diretor da Moody's.
Partilho o artigo deste senhor publicado no Expresso.
 
 
PS. Fotos dos textos recolhidas aleatoriamente da internet apenas para ilustrar os mesmos.
 
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
http://www.bubok.pt/libros/2158/PORTUGAL-PERIFERICO-OUO-CENTRO-DO-MUNDO
 
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Ex-vice da Moody's apela a revolução na zona euro

O tempo para uma discussão "educada" terminou. O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre um futuro de prosperidade ou depressão. Palavras duras de Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's.



"Está na hora de uma revolução na zona euro, o tempo para uma discussão educada terminou. O que está em causa não são um ou dois por cento de crescimento económico no Sul, mas, pelo contrário, a diferença entre um futuro de prosperidade e um de depressão", refere hoje Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência de notação Moody's, num artigo intitulado "Southern Europe Must Revolt Against Price Stability", publicado no "Project Syndicate".
Essa "revolução" deve ser "liderada pela França, Itália e Espanha", com a França à cabeça, e os seus alvos principais são a Alemanha e o Bundesbank. "O tempo é agora, antes que a Espanha e Itália sejam forçadas a capitular à estricnina e ao arsénio da troika", sublinha.
Mahoney é um veterano de Wall Street que saiu de vice-presidente da Moody's em 2007. Considera-se um "libertário do mercado livre".
"Se o Sul continuar a permitir que o Norte administre o remédio envenenado da deflação monetária e da austeridade orçamental, sofrerá, desnecessariamente, anos e anos", adverte Mahoney, para, depois, apelar à "revolução" do Sul.
"A zona euro é uma república multinacional em que cada país, independentemente da sua notação de crédito, pode atuar como um hegemonista. A Alemanha tem apenas dois votos no conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), não tem controlo e não tem poder de veto. A Alemanha é apenas mais outro membro da união e o Bundesbank apenas mais outra sucursal regional do sistema do euro. O Tratado do BCE não pretendeu ser um pacto de suicídio, e pode ser interpretado de um modo suficientemente aberto para permitir que seja feito o que tem de ser feito. Se o Tribunal Constitucional objetar, então a Alemanha pode sair."
E reforça: "O que advogo é uma rutura pública com o Bundesbank e com os seus satélites ideológicos".
A finalizar, diz: "Talvez seja mais prudente conduzir esta revolta em privado, mas o que acho é que só funciona como ultimato público".


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ex-vice-da-moodys-apela-a-revolucao-na-zona-euro=f758145#ixzz28SHJkw56



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